O que é um Switch (Comutador) ?

De forma “simplista”, um Switch (Comutador) é um dispositivo que permite interligar os diferentes dispositivos, existentes nas redes de computadores atuais e estabelece a comunicação entre eles, da forma o mais eficiente possível. O Switch (Comutador), a par do Router (Roteador), (pode consultar o nosso artigo O que é um Router (Roteador)?) é um dos dispositivos mais importante das redes de computadores atuais e um dos mais básicos para assegurar a qualidade e a velocidade de comunicação, entre os diferentes dispositivos de uma rede.

Os Switches (Comutadores) são os responsáveis pela “circulação” do “tráfego” dentro de cada rede local LAN (Local Area Network) (pode consultar o nosso artigo As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?); o Switch (Comutador) é tipicamente um dispositivo da camada 2 (Data Link Layer) do Modelo OSI (Open Systems Interconnection), umas das camadas fundamentais nas comunicações (pode ver mais, por exemplo em What is the OSI Model?), mas também podem operar da camada 3 (Network Layer) do Modelo OSI (Open Systems Interconnection), estes últimos normalmente designados por Switch´s (Comutadores) “inteligentes” (com algumas funcionalidade de routing) e com gestão.

As redes de área local (LAN – Local Area Network), são constituídas por Switch´s (Comutadores) que permitem interligar um conjunto de equipamentos informáticos (equipamentos de rede), entre eles, os postos de trabalho (desktop e laptop), servidores (servers), assim como outros elementos críticos, como as impressoras de rede, ou as NAS (Network Attached Storage) (pode também consultar o nosso artigo O que é uma NAS (Network Attached Storage)?).

De referir que mesmo hoje em dia, os Switch´s (Comutadores) na maior parte dos casos são dispositivos subestimados e de baixo custo que na maioria dos casos comprometem a qualidade e a velocidades da comunicação dos dispositivos de rede (na figura acima, Switch). Por isso a sua escolha cuidada e a sua atualização permanentes, são cruciais e críticos para um bom funcionamento e desempenho das redes de área local (LAN – Local Area Network).

No passado existiram muitas especificações concorrentes, atualmente a especificação predominante nos Switches (Comutadores) e cablagens (cabos de interligação), é a Ethernet a Gigabit (com conectores RJ-45 e cablagem Cat5e e Cat6). Na verdade o standard original, designa-se por 1000BASE-T (also known as IEEE 802.3ab) (pode consultar por exemplo o link IEEE 802.3ab A Tutorial Presentation); a tendência atual, é a normalização da especificação Ethernet a 10 Gigabit´s, mais conhecida por 10GBASE-T.

De referir que a cablagem (os cabos de interligação; cablagem Cat5e e Cat6), assim como os conectores (as fichas de ligação RJ-45), são fundamentais para um correto e adequado funcionamento da especificação Ethernet, sendo eles em última instância que proporcionam o fluxo de dados dos dispositivos, interligados pelos Switches (Comutadores); neste campo ter em consideração que as cablagens\conectores , devem ser verificados regularmente, idealmente de 5 em 5 anos, no máximo após 10 anos, devem ser totalmente verificados e \ ou substituídos.

A Dataframe trabalha com Switches (Comutadores) dos mais fiáveis, duradouros e com melhor desempenho do mercado, entre eles, os HPE Aruba Instant On 1960 (para mais detalhes, pode consultar HPE Networking Instant On 1960 Switch Series, uma das melhores gamas, deste tipo de equipamento, para pequenas e médias empresas PME (Pequenas e Médias Empresas).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos ; a Dataframe tem profissionais certificados e com largos anos de experiência. A Dataframe é um Revendedor Oficial da HPE (pode ver mais detalhes sobre HPE Networking Switches) e tem técnicos habilitados, para as soluções complexas anteriormente referenciadas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Router (Roteador)?

As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?

O que é uma NAS (Network Attached Storage)?

Data da última atualização: 2 de Outubro de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

O que é um Router (Roteador)?

De forma “abstrata”, um Router (Roteador) é um dispositivo que re(encaminha) pacotes de dados, entre duas (ou mais) redes de computadores. De forma “simplista”, quando um pacote de dados chega a uma das suas ligações, o roteador lê a informação de endereço no pacote, para determinar o seu destino final; em seguida, usando a informação na sua tabela de roteamento (ou encaminhamento), ele direciona o pacote para a próxima rede, da sua viagem.

Os routers (roteadores) são os responsáveis pela “circulação” de todo o “tráfego” na Internet; o roteador é tipicamente um dispositivo da camada 3 (Rede\Network), do Modelo OSI (Open Systems Interconnection), umas das camadas fundamentais nas comunicações (pode ver mais, por exemplo em What is the OSI Model? ).

As redes de área local (LAN – Local Area Network), são constituídos por diversos elementos que permitem interligar um conjunto de equipamentos informáticos (equipamentos de rede), entre eles, os postos de trabalho (desktop, laptop, tablet e mobile) e servidores, possuindo acessos para o exterior, normalmente pela Internet (ver o nosso artigo As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?).

Ao equipamento que interliga a LAN (Local Area Network) à WAN (Wide Area Network), na maioria dos casos e nos dias que correm, uma ligação à Internet, designa-se por Router (Roteador), porque da forma muito simples, é o equipamento que permite o acesso (reencaminha o tráfego para o exterior) ao exterior da LAN (Local Area Network) e também o equipamento que permite o acesso a partir do exterior.

Em pequenas e médias empresas PME (Pequenas e Médias Empresas), normalmente o operador ISP (Internet Service Provider) que fornece o acesso Internet coloca um Router (Roteador) que liga à fibra ótica (suporte físico) que dá acesso à Internet, mas que tem funcionalidade reduzidas e muito limitadas (de baixo custo)(na figura acima, Router Fibra).

Nos casos que possuem alguma segurança adicional, de e para o exterior, uma Firewall (ver o nosso artigo O que é uma firewall de rede (network firewall)?), deverá separar a rede local LAN (Local Area Network), do exterior e existir imediatamente antes do Router (Roteador).

Como Firewall, pode não ser usada uma unidade, única e exclusivamente com esse objetivo, mas usar uma unidade com múltiplas funções, como um Draytek Vigor 2962 (Security VPN Router) que é um router de alto desempenho com portas WAN/LAN configuráveis, sendo que se podem definir 2 das portas como WAN para fins de balanceamento de carga/failover (ou seja, ter duas ligações à Internet). O equipamento pode também executar funções de segurança \ proteção (separação da LAN versus WAN), como Firewall (na figura acima, Firewall); podendo ainda ter a função de VPN Concentrator (ver o nosso artigo O que é uma VPN (Virtual Private Network)?) que permite acessos remotos seguros, a partir do exterior da rede local.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais certificados e com largos anos de experiência; a Dataframe é também um Revendedor Oficial Draytek e tem técnicos habilitados, para as soluções complexas anteriormente referenciadas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?

O que é uma firewall de rede (network firewall)?

O que é uma VPN (Virtual Private Network)?

Data da última atualização: 18 de Setembro de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

O que é, o Microsoft Windows Hello ?

Os problemas de segurança informática cada vez mais frequentes, dão cada vez mais enfâse à Identidade; ou seja, de forma extremamente simplista, aquilo que nos permite identificar (dizer quem somos) perante um sistema informático.

De forma simplista, a questão fulcral, coloca-se então sobre a informação do conjunto, utilizador e palavra-passe (password)(ou seja, a Identidade), a sua utilização e inviolabilidade, para garantir o máximo de segurança e adequadas condições de acesso, aos sistemas informáticos.

A Autenticação garante que uma determinada Identidade é legitima, para aceder e utilizar um determinado sistema informático, definindo também as condições do acesso.

Nos dias de hoje, é então possível ter uma Identidade e uma Autenticação, sem recorrer a um conjunto utilizador e palavra-passe (password), o chamado “Passwordless Authentication”; por exemplo, usando o Microsoft Windows Hello.

O Microsoft Windows Hello é então um modo mais pessoal, de iniciar sessão num dispositivo, utilizando o seu rosto (reconhecimento facial, caso o equipamento possua câmara), impressão digital (caso o equipamento possua leitor), ou um PIN (pode ter uma, ou mais opções configuradas). Pode assim utilizar o Microsoft Windows Hello, para iniciar sessão no seu dispositivo, no ecrã de bloqueio e iniciar sessão, numa conta sua conta na Web (pode ser pessoal , ou empresarial, como por exemplo, no Microsoft 365).

As opções anteriores ajudam a tornar mais fácil e seguro iniciar sessão no seu PC (ou dispositivo), uma vez que seu rosto, a sua impressão digital, ou o seu PIN são associados a um dispositivo (informação de segurança local), mas tem uma cópia de segurança para recuperação, com a sua conta Microsoft (que pode ser pessoal, ou empresarial).

Para mais detalhes, pode consultar o artigo Obter mais informações sobre o Windows Hello e respetiva configuração.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais certificados e com largos anos de experiência.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

A Identidade e a Segurança (Os Quatro Pilares da Identidade)

Ideias simples sobre Identidade (utilizadores, palavras-passe (password)) e Autenticação …

Data da última atualização: 4 de Setembro de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Algumas notas básicas sobre o desempenho, dos computadores e redes

A questão do desempenho, ou de forma básica, a velocidade com que um computador reponde ao utilizador, é sempre uma das questões mais difíceis e “polémicas” de responder, face à multiplicidade e complexidade dos fatores envolvidos, sendo que na minha experiência pessoal, nunca um utilizador diz que o seu computador é suficientemente rápido; abaixo, tentaremos descrever e caracterizar brevemente, alguns dos principais fatores envolvidos.

Hardware do Computador – O fator mais básico e imediato, é o hardware (conjunto de componentes físicos), sendo os mais relevantes para utilização genérica, o processador (CPU), a memória (RAM) e o(s) disco(s) (atualmente, os SSD); para a utilização Microsoft Windows 10 (ou superior), aconselha-se um processador recente (menos de 3 a 4 anos), um valor mínimo aconselhado, de 8 GB de RAM (mínimo 4 GB) e um SSD (menos de 3 a 4 anos e preterindo discos rígidos tradicionais). Ver sempre as páginas de requisitos do fabricante, por exemplo para o Microsoft Windows 10, ver a página Windows 10 System Requirements e sobre dimensionar o computador (os requisitos do fornecedor, são sempre mais modestos que a realidade).

Software do Computador – No que diz respeito ao software, de forma muito abreviada, temos dois componentes básicos, o sistema operativo (por exemplo o Microsoft Windows 10) e as aplicações (por exemplo, Microsoft 365) que devem estar com as versões mais recentes, completamente atualizadas e com hardware de acordo com os requisitos adequados. No caso do software, o melhor trunfo é a utilização de um conjunto de tarefas preventivas, como por exemplo as descritas nos nossos artigos, Verificação e Limpeza de Disco, de Posto de Trabalho (Microsoft Windows), ou em Tarefas Periódicas de Manutenção de Computadores, com Microsoft Windows.

Infraestrutura de Rede Interna – O que permite a comunicação entre os diversos computadores internos e para o exterior, é a infraestrutura interna de rede LAN (Local Area Network) (pode consultar o nosso artigo As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?, atualmente e na maioria dos casos, é uma rede Ethernet, a Gigabit, com a utilização de Switch´s (comutadores), para interligação da cablagem. Caso ainda existam servidores internos (On-Premise), também estarão ligados nesta infraestrutura de rede e normalmente será possível terem várias placas de rede a Gigabit, fazendo a agregação de “links”, podendo comunicar normalmente a 2 Gbps (normalmente até 4 placas de rede Gigabit, ou seja até 4 Gbps).

Infraestrutura de Rede Interna (WI-FI) – A utilizações de acessos WI-FI à rede interna, utilizando um ponto de acesso (AP Access Point), para acessos sem fios (wireless) dentro da rede local (LAN-Local Area Network), deve ser realizada com alguns cuidados, entre eles aconselha-se a sua utilização somente pelo computadores que não possuam acesso com cablagem (ou visitantes) e nunca usar um ponto de acesso com demasiados computadores (pode consultar o nosso artigo O que é um ponto de acesso (AP Access Point), para acessos sem fios (wireless). Por outro lado, o AP Access Point idealmente deverá estar localizado, numa DMZ (Demilitarized Zone), da firewall existente.

Servidores Internos (On-Premise) – No caso em que os serviços, se encontram alojados nos servidores locais, o desempenho dos mesmos, é também afetado pelos Hardware do Servidor, Software do Servidor e Infraestrutura de Rede Interna; nestes casos normalmente a administração dos mesmos, pertence ao cliente, sendo as questões de desempenho mais fáceis de diagnosticar, porque temos controlo total sobre os mesmos.

Acesso Internet – Com a crescente utilização de serviços, em servidores externos (na Cloud)(por exemplo Microsoft Office 365), a velocidade de acesso Internet e o seu desempenho (qualidade e fiabilidade da ligação), são cada vez mais importantes e críticos, entre eles as velocidade de download e upload (pode consultar o nosso artigo Ligação Internet e Velocidades de Acesso (Internet Speed)), a latência (atrasos nos pacotes de dados recebidos), ou o “jitter” (irregularidade na receção dos pacotes de dados recebidos). Por fim, caso se pretenda não existir interrupção de serviços, é altamente recomendável a existência de ligações Internet redundantes (duas ligações Internet), que possam ser usadas em simultâneo, ou somente como redundância (em caso de falha da ligação principal).

Firewall e Router – A firewall, de forma muito abreviada, o equipamento que fornece separação e segurança entre a rede interna (LAN – Local Area Network) e a rede externa (e Internet), pode consultar o nosso artigo O que é uma firewall de rede (network firewall)?, pode condicionar e limitar de forma decisiva o desempenho, nos acessos ao exterior; assim como o router, o equipamento que permite ligar a rede à Internet, pode consultar também o nosso artigo As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?.

Servidores Externos (Cloud) – No caso em que os serviços, se encontram alojados em servidores remotos (Cloud), o desempenho dos mesmos, é também afetado pelos Hardware do Servidor, Software do Servidor e Infraestrutura da Rede Remota e restantes fatores, incluindo o Acesso Internet; podendo nestes casos, as questões de desempenho ser mais difíceis de diagnosticar, porque poderemos também ter um controlo muito limitado, sobre os mesmos, para ter uma ideia dos níveis de controlo, poderá consultar o nosso artigo Serviços na Nuvem (cloud), um modelo de responsabilidade partilhada, na segurança informática.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais certificados e com largos anos de experiência.

Data da última atualização: 21 de Agosto de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Verificação e Limpeza de Disco, de Posto de Trabalho (Microsoft Windows)

No caso de computadores, com Microsoft Windows, podemos executar um conjunto de tarefas, para monitorizar, verificar, otimizar e precaver eventuais problemas futuros, assim podemos ter um conjunto de tarefas pré-definido para executar; o conjunto de tarefas abaixo, para verificação e limpeza de disco, pode ser um exemplo, desse tipo de tarefas:

Numa primeira fase, convém garantir a estabilidade e integridade do sistema que estamos a analisar, para isso sugerem-se em primeiro lugar, as seguintes tarefas.

☑ Para verificar a estabilidade do sistema, usar o Reliability Monitor (ou Histórico de Fiabilidade) e o Event Viewer (ou Visualizador de Eventos).
Para o Reliability Monitor (ou Histórico de Fiabilidade), devemos ter um valor igual a 10 de forma sustentada (ou prolongada), o que significa a máxima estabilidade do sistema, valores inferiores significam instabilidade no sistema, quanto menor for esse valor, maior a instabilidade do sistema.
Pode usar o Event Viewer (ou Visualizador de Eventos), do Microsoft Windows para verificar os eventos críticos e erros, em especial no registo de sistema e eliminar e \ ou corrigir as causas.
Sobre os assuntos anteriores, pode por exemplo, consultar o nosso artigo Tarefas Periódicas de Manutenção de Computadores, com Microsoft Windows.

☑ Para verificar problemas “físicos” nos discos, como por exemplo sectores danificados, pode por exemplo, utilizar o utilitário Crystal DiskInfo; a situação anterior, devido à substituição dos discos rígidos (suscetíveis à vibração), pelo discos SSD (Solid-State Drive), já não é tão relevante, ou crítica, mas outros problemas com discos, podem ser analisados com o utilitário anterior.

☑ Caso existam situações anteriores, de O anterior encerramento do sistema foi inesperado, passíveis de gerarem problemas “lógicos” (da estrutura, do sistema de ficheiros) nos discos, executar o comando: chkdsk C: /F (Admin Command Prompt), para verificar a integridade do sistema de ficheiro (file system).

☑ Para situações de corrupção dos ficheiros de sistema, pode ser usado o System File Checker Tool, pode por exemplo consultar o artigo Use the System File Checker tool to repair missing or corrupted system files, contudo de referir que se aconselha a utilização deste utilitário, somente a profissionais.

Numa segunda fase, podemos então passar às tarefas de libertação de espaço em disco, para isso sugerem-se em segundo lugar, as seguintes tarefas.

☑ Para verificar a alocação, de espaço em disco, utilizar o utilitário nativo, o File Explorer (ou Explorador de Ficheiros), ou utilizar o utilitário TreeSize Free, um pouco mais flexível e poderoso. A Microsoft aconselha um mínimo de 10 % de espaço livre nos discos, em especial no disco de sistema (ou seja onde se encontra instalado o sistema operativo), aliás quando esse valor é inferior no File Explorer (ou Explorador de Ficheiros), o disco referido aparece com o espaço ocupado a vermelho (até esse valor, é azul).

☑ Para libertar espaço, executar a limpeza do(s) disco(s), com Microsoft Disk Cleanup (ou Limpeza do Disco). O executável é %windir%\system32\cleanmgr.exe e deve ser executado, como “Administrator”, para estarem disponíveis todas as opções de limpeza.

☑ Para libertar espaço, podemos Desativar (ou Eliminar) a Proteção do Sistema (Pontos de Restauro \ Restore Points), para eliminar os pontos de restauro existentes, pode consultar o artigo How to remove all System Restore points except the most recent one; para criar manualmente uma cópia de segurança, pode consultar o artigo Create a system restore point.

☑ Para libertar espaço, pode apagar perfis (profiles) de utilizadores que já não usam a máquina; para o fazer, pode consultar o artigo Delete a user profile in Windows.

☑ Para libertar espaço, pode remover software não usado; para o fazer, pode consultar o artigo Uninstall or remove apps and programs in Windows.

☑ Para libertar espaço, pode desativar hibernação do computador (ficheiro C:\hiberfil.sys); para o realizar, poderá executar o comando powercfg -h off (Admin Command Prompt).

☑ Para libertar espaço, pode desativar as Shadow Copies (ou Cópias Sombra) (normalmente usado nos servidores). Para listar espaço ocupado pelas “Shadow Copies”, utilizar o comando vssadmin list shadowstorage (Admin Command Prompt). Para desativar as Shadow Copies (ou Cópias Sombra), pode consultar o final do artigo Shadow copies are deleted on Windows Server (Disable Shadow Copies).

☑ Para otimizar os discos (caso sejam antigos discos rígidos; não necessário em SSD (Solid-State Drive)), pode desfragmentar o(s) disco(s), com o Microsoft Disk Defragmenter (ou Desfragmentar e Otimizar). Para utilizá-lo, pode consultar o artigo Defragment your Windows 10 PC.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais certificados pela Microsoft e com largos anos de experiência.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O anterior encerramento do sistema foi inesperado

Tarefas Periódicas de Manutenção de Computadores, com Microsoft Windows

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Data da última atualização: 7 de Agosto de 2023